DUQUE DE CAXIAS É O PRIMEIRO MUNICÍPIO DA BAIXADA FLUMINENSE A INTRODUZIR O SENSOR SMART MEDLEYENSOHN NO TRATAMENTO DE CRIANÇAS COM DIABETES
As 108 crianças inscritas no Programa de Diabetes do Hospital Infantil Ismélia da Silveira, em Duque de Caxias, passaram a contar com um importante avanço no tratamento da doença. O município é o primeiro da Baixada Fluminense a oferecer o sensor Smart Medleyensohn, uma tecnologia inovadora de monitoramento contínuo da glicose, que proporciona mais conforto, segurança e qualidade de vida aos pacientes pediátricos.
O sistema funciona por meio de um pequeno sensor aplicado sob a pele, no braço ou abdômen, de forma simples e indolor. Equipado com aplicador integrado, o sensor mede os níveis de glicose a cada cinco minutos e envia automaticamente as informações, via Bluetooth, para o aplicativo AiDEX, instalado no celular. Cada sensor tem duração de 14 dias.
A tecnologia reduz significativamente a necessidade de picadas frequentes no dedo, além de permitir o acompanhamento em tempo real por meio de gráficos, tendências de subida ou queda da glicose e alertas personalizados para níveis altos ou baixos. Os dados também podem ser compartilhados com até 50 pessoas, incluindo familiares e profissionais de saúde, garantindo um controle mais eficaz da diabetes.

Outro benefício importante é a liberdade proporcionada às crianças, que podem tomar banho de piscina, praticar atividades físicas e manter a rotina com mais tranquilidade e segurança.
Para a secretária municipal de Saúde, Célia Serrano, a iniciativa representa um marco na atenção à saúde infantil no município. “Estamos investindo em tecnologia e inovação para garantir um cuidado cada vez mais humanizado e eficiente. O sensor Smart Medleyensohn traz mais segurança para as crianças com diabetes e tranquilidade para as famílias, além de auxiliar os profissionais de saúde no acompanhamento clínico. É um grande avanço para a saúde pública de Duque de Caxias”, destacou a secretária.
Entre as famílias beneficiadas está a de Felipe de Almeida Barros, de 11 anos, que faz tratamento para diabetes tipo I há dois anos. Para a mãe do menino, Maria Letícia de Almeida, o sensor representa uma mudança significativa na rotina da casa.

“Antes, eram muitas picadas por dia e uma preocupação constante. Agora consigo acompanhar a glicose do meu filho pelo celular, recebo alertas e fico muito mais tranquila, inclusive à noite. O Felipe também se sente melhor, mais livre para brincar, praticar esportes e viver como qualquer criança”, relatou emocionada.
